Amiga blogueira secreta

A e a Julia me convidaram em Dezembro pra participar de um amigo secreto só de blogueiras. Até então só escrevia no blog da Sépha ( e foi assim que conheci a maioria das meninas que estão participando) mas estou aproveitando para reativar o meu.

Posso dizer que ameeeei tirar quem eu tirei. Ainda não vou falar pq não entreguei o presente pra ela, só durante a semana na Campus Party. Mas posso adiantar o que já era óbvio, o presente é da Sepha.com.br. Depois posto as fotos aqui.

Estou bem curiosa pra saber quem me tirou.

Essas são as blogueiras que estão participando:

1. Renata Prado, do http://renatachecha.blogspot.com;
2. Júlia Thetinsky, do http://frescurinha.com.br;
3. Ana Kley, do http://anakley.wordpress.com;
4. Deisi Remus, do http://meninait.com;
5. Lara, do http://www.larafotos.com.br;
6. Lu Sabbag, do http://lucianasabbag.wordpress.com;
7. Vanessa Patrício, do http://vanessapatricio.com/blog;
8. Angélica Brito, do http://muitorimelpoucobatom.blogspot.com/;
9. Gabi Rebello, do http://lipstickcorner.blogspot.com;
10. Pri e Kah, do http://shampoodelaranja.com;
11. Vicky Siqueira, do http://www.borboletando.org

Fiz a minha wish list um pouco tarde mas nela tem esmaltes Mavala, CD de Glee, DVD de Gossip Girl e um esmalte fortificante da Sally Hansen.

No próximo post conto quem eu tirei, quem me tirou e mostro os presentes.

Camiseta do TROLOLO

Eu amo camisetas com ilustrações ou frases engraçadas e inteligentes, e passeando pelo Facebook vejo um anúncio (sim, eu clico em anúncios do Facebook): Trololo T-Shirt!

E aí está ela:

Me lembrou a camiseta do Jeremias da Camiseteria (eu tenho!). É tão boa quanto.

A camiseta Trololo é da loja 6 dollars shirts, onde tem várias outras estampas muito legais. Todas elas custam 6 dólares se forem modelos masculinos e 6,50 femininos (vai entender). E ainda tem uma promoção: 10 camisetas por 50 dólares.

Agora o mais importante, eles entregam no Brasil!!! O frete fica $13,14.

Já estou comprando!

Disney nas favelas do Rio

Todos esses quadros fazem parte da exposição “Dismayland”, do artista Jeff Gillette.
Talvez o colorido, que geralmente representa alegria, seja a única coisa que faça uma ligação entre a magia da Disney e as favelas do Rio de Janeiro. E quando pensamos no que cada um desses “mundos” representa, o contraste é gritante!

Clique nas imagens para ver maior:

Outros trabalhos do artista => aqui.

Via Doutor Caligari

Win Penguins, os novos ícones da artista que criou a Fail Whale

Depois do SIM ao pedido de casamento via Twitter, o casal Dale Larson e Laura La Gassa, de São Francisco, pediu a Yiying Lu, responsável por um dos ícones mais famosos da web, a Fail Whale, a baleia do Twitter, que criassem um ícone para ilustrar seu convite de casamento. Os dois pediram para Lu exatamente o oposto da Fail Whale e ganharam os Win Penguins (numa tradução meio besta, os Pinguins da Vitória).

E aí, o que acharam? (__-){

Recomendo entrar no site da Yiying Lu e conferir seus outros trabalhos.

fonte: Mashable

Flash Mob Trololololololololololo em Barcelona

#rilitros

http://www.youtube.com/watch?v=aAssBeS8D10

The Big Bang Theory em Lego

indicado pelo @marcusyabe => nesse TwitPic http://twitpic.com/1hr6cr

Social Media – menos glamour, mais trabalho | Monitoramento

Continuando a série sobre o trabalho do analista de mídias sociais, vou falar dos pontos principais do monitoramento.

Sinceramente? Essa é a parte mais chata do trabalho. A não ser que na empresa em que você trabalha tenha um profissional de monitoramento. Pois é, já vi várias vagas abertas para Monitoramento de Redes Sociais. Meu parabéns aos que se candidatam, aos que efetivamente tem esse cargo, as empresas que entendem a importância da dedicação a esse trabalho, e também aos estagiários, que geralmente são “carinhosamente” designados a essa função.

Mas se no seu caso, assim como no meu, você não tem um profissional de monitoramento ou um estagiário, esse vai ser mais um item da sua interminável lista de coisas para fazer.

E por mais chato que seja, tem que fazer. O monitoramento é importantíssimo para entender o que está dando certo e o que não está, o que de fato acontece com a sua campanha ou com a sua marca como um todo.

Então vamos lá.

É importante começar estudando as ferramentas de monitoramento. O Twitter, por exemplo, tem infinitas ferramentas que te dão notas, perfil dos seguidores, classificam seu conteúdo, dão gráficos que medem a frequência de postagem e tudo mais que você possa imaginar, até uma que diz quantos tweets de exatamente 140 caracteres você já postou (inútil, vamos combinar). O único detalhe é que não existe 1 ferramenta que faça tudo isso, então você tem que entender as que existem e descobrir quais serão realmente úteis para o seu perfil.
Quer começar a brincadeira? veja essas 2 listas; Ferramentas Twitter e 159 Ferramentas para o Twitter.

E o mesmo se repete para as outras redes sociais, só que em escala um pouco menor. O Facebook, por exemplo, fornece todas as estatísticas para quem tem uma página. Se você trabalha com um blog corporativo, o Google Analytics vai oferecer todos os dados que você precisa. Mas não adianta só ficar gerando números e gráficos, tem que saber interpretar tudo isso. E em muitos casos é uma questão de prestar atenção no consumidor, no tipo de interação que eles fazem e como agem em cada plataforma. Preste atenção nos tipos de comentários no blog, o que curtem mais no facebook, como são os tweets e tudo o que você conseguir perceber que possa reverter em estratégia para ajudar a sua marca. As pessoas usam cada rede social de uma maneira, e através do monitoramento você consegue perceber se sua abordagem está trazendo resultado, ainda em tempo de mudá-la.

Por exemplo, eu trabalho com Social Commerce, isso quer dizer que eu, além do engajamento, relacionamento, imagem de marca e afins, tenho que mostrar resultado em vendas. Quando comecei a trabalhar com mídias sociais eu era totalmente contra usar esse modelo de estratégia num blog corporativo. Pra mim, o último objetivo dele teria que ser as vendas, do contrário o blog seria um total fracasso. Com o tempo e analisando o que acontecia pelo Google Analytics, percebi que certos posts, onde eu colocava um apelo de vendas de maneira discreta, convertiam em vendas. Fui mudando a linguagem e vendo as vendas crescerem. Hoje não me importo nem um pouco de falar de produto, preço e promoção, pelo contrário, contanto que não seja só isso. Foco sempre no conteúdo!

A verdade é que cada segmento age de maneiras diferentes, cada marca tem que descobrir o que funciona pra ela, que tipo de interação seus consumidores querem. Não existe uma fórmula, uma regra. E como descobrir? Monitoramento constante.

Outras informações:

Algumas plataformas pagas de monitoramento que podem ser de grande ajuda:

Scup, Radian 6, ScoutLabs , Ubervu, Sysomos MAP e Heartbeat, Trendrr, Social Mention, Brands Eye, Alterian, Viral Heat

Para saber mais sobre monitoramento:

E para conhecer e conversar com quem trabalha com mídias sociais, como eu já falei no post passado, a melhor maneira é indo nos eventos da área.
O próximo a acontecer é o Social Media Brasil, que será em São Paulo.
Infelizmente não fui ano passado mas só ouvi comentários positivos. Nesse ano não quero perder.

Social Media – menos glamour, mais trabalho

Começo aqui uma série de posts sobre a prática, o dia-a-dia de um analista de mídias sociais, do meu ponto vista, é claro. Esse primeiro é mais um desabafo sobre a “glamourização” da profissão e nos próximos falarei sobre assuntos mais específicos.

Não existe diploma de mídia social. Ainda existem poucos cursos sobre o assunto. Alguns eventos (Social Media Brasil, Social Media Week, FMDS, etc). Portanto, o mídia social é um auto-didata, aprende na prática. Podem não gostar do que eu vou dizer agora, mas qualquer um pode trabalhar com mídia social. Qualquer um que entenda os princípios de comunicação, que saiba praticar ao menos a “etiqueta” básica de cada rede social, que goste de informação, de produzir conteúdo, de interação, que… A lista é longa (Recomendo e concordo totalmente com esse post da @Missmoura: Afinal, o que faz um analista de mídia social?)

O que eu quero mostrar é que esse trabalho não é tão fácil quanto parece. De fato essa é a profissão do momento, mas ainda estou esperando que me mostrem o glamour que tanto imaginam. Claro que é ótimo receber elogios por uma ação bem sucedida. Mas as pessoas esquecem é que por trás dela teve muito planejamento, que é preciso fazer muita coisa que não é nada divertido fazer. E pra dar errado? Basta 1 palavra trocada, um desvio de atenção e sua campanha vai bombar mais do que qualquer outra. Bombar de gente acabando com a sua marca, e com você (repare no twitter que ações mudam de comentários positivos para #fail em questão de minutos).

E porque será que isso acontece com tanta frequência? Profissionais incompetentes? Talvez. Falta de planejamento? Com certeza. O fato é, que todo mundo está testando, ninguém sabe exatamente o que dá certo ou não. Odeio a desculpa de que a mídia social é uma coisa muito nova, mas é. O problema é que essa desculpa é usada pra tudo, quando todo mundo já não aguenta mais passar e repassar as lições básicas.

Mas como em qualquer profissão, ninguém está livre de um deslize. Eu já cometi um erro grave. Me apressei em dar o resultado de uma promoção e acabei anunciando o vencedor errado. Claro que, em questão de segundos, várias pessoas (seguidores da marca) perceberam e começaram a reclamar. Também em questão de segundos tive que tomar uma atitude para reverter a situação, antes que tomasse uma proporção que fugiria do meu controle. Expliquei toda a situação, realmente como aconteceu, resolvi tudo com a pessoa que eu havia anunciado errada e em poucos minutos o problema estava resolvido. Já estive em outras situações desse tipo e não duvido que tenha outras no futuro. O importante é saber o que fazer nesses casos e pensar, repensar, planejar os mínimos detalhes para evitar sujar o nome da marca.

Tá, mas tudo tem a sua parte boa. É ótimo quando um consumidor elogia a marca, diz que um post do blog foi útil de alguma forma, que o atendimento é perfeito, que curtiu o status do facebook. Pode parecer bobo, mas é legal. Quem não gosta de receber elogios?

Mas não são só promoções divertidas e criativas que preenchem um dia de trabalho do analista de mídia social (aliás, acho essa história de analista meio desnecessária, mas deixa pra lá). Tinha feito uma descrição das minhas tarefas em cada rede social, mas estava me parecendo muito pretensioso. Então prefiro colar aqui uma resposta que o @interney deu no formspring quando perguntaram qual a função de um analista de mídia social:

“Sua tarefas incluem promover engajamento nos canais sociais; se relacionar com os leitores e consumidores; auxiliar na divulgação do canal do cliente adequando o discurso aos canais definidos na estratégia da campanha; monitorar a repercussão das campanhas; responder de forma rápida e adequada as dúvidas dos usuários intermediando a conversação com outros departamentos da empresa/cliente quando preciso; preparar relatórios analisando os resultados e sugerindo ajustes que devem servir de input para o replanejamento da campanha”.

E tem muito mais além disso. Principalmente se você tiver também que criar o conteúdo para as redes e escrever o blog corporativo, por exemplo. Além de planejar as campanhas você provavelmente terá que executá-las, cuidar do regulamento, divulgação, da mecânica, fazer sorteios, julgar frases de concurso cultural, entre outros. É bom também monitorar os concorrentes, até mesmo para não fazer campanhas iguais ou parecidas ou, quem sabe, cometer os mesmos erros. Fora várias outras coisas que, pelo menos no meu caso, não estão diretamente relacionadas a mídia social.

Algumas empresas possuem equipes muito maiores e tem 2, 3 ou até mais pessoas cuidando de 1 marca. Então fica mais fácil dividir as tarefas. Mas garanto que todos os profissionais trabalham tanto quanto.

E isso tudo também é pra mostrar a realidade para aquelas pessoas que pensam: “Ah! Que beleza de trabalho, passa o dia todo no Twiter, no Facebook, no Orkut. Moleza hein?!”. Não é moleza, tem muito mais suor do que glamour, mas o trabalho é um tesão.

Pra terminar, finalmente, alguns vídeos interessantes.

Esse é pra você que trabalha com mídias socais e que vê caras feias quando te perguntam o que você faz e mesmo depois de explicar de várias maneiras as pessoas não entendem. Mostre esse vídeo. Foi assim que, finalmente, minha família conseguiu ter uma ideia do que eu faço.

Profissão: Mídias Sociais

Não entenderam ainda? Desenha:

Social Media in Plain English – Legendado

Tim Sanders fala nesse vídeo sobre a “geração Facebook”. Os jovens de hoje passam 1h por dia analisando a reputação das marcas nas redes sociais, mais precisamente no Facebook (no caso dos Estados Unidos). Portanto, é melhor que a sua empresa seja digna de aparecer lá, pois nenhum desses jovens vai querer trabalhar pra um empresa que ele tenha vergonha de contar no status do Facebook dele. Pense nisso.

Is Your Company Facebook Status Worthy? (o cara parece o do Trololololololololololo)

Esse mostra a evolução da propaganda. As diferenças de anunciar na tv e na internet.

How the Internet is Changing Advertising

Outro vídeo muito bom (só consegui colocar o link aqui) Social Media from Phil Guest.

E voltando aos eventos que eu falei no início, o próximo a acontecer é o Social Media Brasil, dias 24 e 25 de maio.

http://socialmediabrasil.com.br

Vale a pena participar. Esses eventos são muito importantes para, além de aprender com as palestras, conhecer os profissionais do meio e trocar experiências.

E agora deixe seu comentário!

Wishlist: livros, decoração geek, bolsa, camiseta e…

Socialnomics: How Social Media Transforms the Way We Live and Do Business

Google Marketing

8-Bit Hanger

Alice no País das Maravilhas – Miniaturas

Bolsa Alice no País das Maravilhas

Camiseta “Minha vida é uma novela de Manoel Carlos

e um bonitão como ele…

(pena que não tem como colocar o link da loja que vende)

O que é email marketing?

Email marketing, newsletter, enfim, a maioria das pessoas confundem muito o que é realmente essa ferramenta e passam a usá-la de forma inadequada.

Estou começando a trabalhar com mídias sociais para o BNS (Break News System) que é uma ferramenta de envio de e-mails onde você pode construir sua base de assinantes e mensurar suas campanhas de diversas formas.

Para quem se interessa pelo assunto, o BNS tem um blog e é de lá que tirei o texto que segue:


Vamos começar do começo.
O que é email marketing?

O email é um canal de comunicação que “fala” diretamente com a pessoa. Por isso, ele faz parte da estratégia de Marketing Direto, que nada mais é do que a divulgação da marca para um público alvo definido, uma ação clara de vendas onde é possível medir os resultados.

Exemplificando, quando você faz uma campanha na televisão ou no rádio, esta é uma campanha de massa. Ela é vista por todos os espectadores naquele momento, e muitos não tem o menor interesse por aquela mensagem, simplesmente porque não são o seu público. Nessa mídias você também não tem como medir seus resultados. Impossível saber quanto aquele comercial vendeu de fato. Com uma campanha de email marketing você consegue tudo isso (e por um preço muito menor, diga-se de passagem).

O email é também uma forma de relacionamento. E como em qualquer relação, você não quer passar uma imagem errada, ser invasivo, falar o que não deve, ou pior, dar margem para uma D.R. (discussão de relação) porque, nesse caso, os clientes vão bater a porta na sua cara sem nem te deixar argumentar (ou seja, vão mandar seu email para a caixa de spam e se descadastrar da sua base). E aí, pronto, morreu a relação.

Para que isso não aconteça, veja algumas regras básicas:

Relevância: não fique enchendo a caixa de email do seu cliente com assuntos que não lhe interessam. Saiba quais são os desejos e necessidades do seu público. E atenção na frequência, por mais que você tenha muito a dizer (ou a vender), vá com calma ou seus clientes vão se cansar de você.

Autorização: chamamos isso de “opt-in”. É simplesmente dar ao seu cliente a opção de decidir se quer ou não receber suas mensagens. Você já deve ter visto muito isso quando faz um cadastro e ao final encontra a pergunta: Deseja receber as novidades de nossa loja? Ou coisa parecida. Essa é uma forma de ser educado com seus clientes. Quando você compra bases de emails de terceiros, ou envia para quem não autorizou o recebimento é o mesmo que estar entrando onde não é chamado. Isso é ser “spammer”.

Respeito: é a base de qualquer relação, certo? Seguindo os dois ítens acima você estará respeitando seu cliente, sem invadir o espaço de ninguém e levando informações relevantes para ele.

Agora você já sabe, seja relevante, peça autorização e respeite seus clientes, eles irão te respeitar também.

Fonte: IBNS – Blog

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.